Boas Festas!
Olá, pessoal!
Eu sei, de verdade, que ando sumido e de todas as fanfics que planejava postar esse ano, eu sei que falhei. Esse ano foi um pouco difícil pra mim, mais do que já vinha sendo. Tive que lidar com algumas perdas e também com alguns fracassos, o que me deixaram bastante pra baixo a ponto de não querer fazer nem mesmo as coisas que gosto, sendo escrever uma delas. A ansiedade atacou com força e no final, até mesmo os meus horários bagunçaram todos.
Hoje em dia já me encontro um pouco melhor, mas agora a inspiração para escrever se foi. Costumo sempre me esforçar ao máximo para cumprir os meus prazos e também com a minha palavra, mas não deu. Minha fanfic "Aftermath" estava marcada para sair ainda em 2023, mas acabei não tendo forças para escrevê-las. No final do quinto capítulo (a história estava para ter 23), vi que a história não estava boa o bastante para ser continuada e pouco conseguiria fazer para melhorá-la e torná-la atrativa ao público. E isso me fez tomar uma dura decisão: Não vou continuar escrevendo-a.
Mas calma, nem tudo está perdido. Vou utilizar os conceitos e alguns textos utilizados em outros projetos futuros. Esse final de ano eu quero descansar e terminar de colocar a cabeça no lugar, mas ano que vem quero retomar o hábito da escrita, no qual amo tanto. Existem muitas histórias na minha cabeça prontas para serem contadas. Muitos heróis e vilões implorando para aparecer.
Gostaria de agradecer também a todos que votaram em "Surviving the Game" e "Brand New Day" no CleonShippers Awards, além de "Vidas Cruzadas: Depois de Raccoon City" que eu também fiz parte.
Como um presente de Natal para vocês, vou deixar aqui parte da fanfic "Aftermath" com uma personagem nova, além de um cartão de boas festas com a nossa querida Ellie Grant de "A Living Nightmare", lembrando que a foto de capa desse post foi feita pelo EvilHazard. Desejo a todos um feliz Natal, um ótimo 2024 e também dizer muito obrigado a todos que ficaram aqui comigo durante esse ano. Um forte abraço!
Agora, conheçam um pouco da história de Sophia:
"Reach
Seattle, pouco tempo antes...
O belíssimo Paramount Theatre era, por mais uma vez, palco
para outro grande show de rock que rolava pela cidade. Mais de mil pessoas
estavam reunidas naquele lugar, com o intuito de apreciar o melhor que a música
tinha a oferecer. A multidão gritava ensandecida pelos membros da banda, que
sabiam muito bem como entreter o público. O guitarrista e a baixista arrasavam
nos sons, enquanto que a carismática baterista fazia também a segunda voz,
contrastando perfeitamente com a voz do vocalista, tornando tudo aquilo uma
experiência única e especial para quem ouvisse. A música tocada falava sobre
mortos-vivos, uma vez que muitas pessoas eram tão vazias que já estavam mortas
por dentro, bem como os mortos andantes, famosos em várias mídias do
entretenimento.
No meio daquele show, havia uma bela garota, cujo nome era
Sophia. A moça, de belos e longos cabelos escuros e lisos, desfrutava de um
belo espetáculo, mesmo que estivesse mais longe do palco.
Após mais alguns minutos, a banda finalizava o show, com
direito a um belo solo de guitarra, que deixou os fãs ainda mais loucos e
arrepiados. Já era tarde da noite e as nuvens pairavam no local, indicando que
uma grande chuva estaria por vir. Sophia então se preparava para ir, porém algo
havia chamado a sua atenção.
— Ei, olha só quem está aqui!
— Hahaha, oi, Sophia, não imaginava te ver por aqui também.
Senão teria te chamado.
Sophia, que já estava perto dos trinta anos de idade, era
uma mulher de muitas amizades e contatos, pois além de ter um emprego fixo em
um grande supermercado na cidade, também realizava trabalhos voluntários para a
caridade, seja tentando arrumar dinheiro e parcerias para ajudar os mais
necessitados, seja até mesmo trabalhando de forma braçal, fazendo de tudo para
ajudar quem mais precisa. Dessa forma, acabava por conhecer muita gente e uma
dessas pessoas era justamente uma de suas amigas que a ajudavam em um
instituto, que focava em ajudar crianças deficientes e carentes de toda Seattle
e região.
— O que achou do show? — Sophia perguntou.
— Estava ótimo, não é? Eu os adoro, era o meu sonho vê-los
aqui. Nunca tive a oportunidade, então hoje realizei um sonho!
— Muito legal saber disso. Mas da próxima vez vamos juntos,
tudo bem? — Sophia dizia, arrancando leves sorrisos da sua amiga — Mas agora já
está tarde, parece que armou um chuvão... não quero estragar meu cabelo, sabe?
— Nem o meu. Você tem condução para ir embora?
— Tenho nada! O jeito é esperar o ônibus ou então pegar
algum táxi mesmo.
— Então agora você tem, Sophia. Eu estou de carro, te levo
em casa!
— Não vai ficar ruim para você, amiga?
— Não se preocupe com isso, Sophia. Hoje é sexta-feira,
relaxa! Não vou trabalhar amanhã e nem domingo.
— Sério? Que ótimo, querida! Aliás, vamos marcar de almoçar
juntas amanhã? A gente sai, desestressa, conversa um pouco... o que acha? Você
sempre parece ocupada demais, é bom aproveitar!
— Claro, com certeza! Eu topo sim, estava precisando disso!
As duas garotas conversavam tranquilamente enquanto
caminhavam até o estacionamento. Sophia seguia ao lado de sua amiga falando
sobre como aquele show foi épico. Ela então desfrutava e muito da presença de
sua amiga, amiga essa que era sempre prestativa quando precisava
Ao chegarem no estacionamento, notaram uma cena peculiar:
um pré-adolescente de no máximo doze anos andava de um lado para o outro, suas
mãos tremiam e ele transpirava muito, o que chamou a atenção das duas garotas.
— Ei, mocinho... o que houve? — Sophia fala com ele de
forma gentil — A gente pode te ajudar?
— Meu irmão, ele que me trouxe aqui. Ele... sumiu — o
rapazinho respondeu.
— E você tem o número de telefone dele? — a amiga de Sophia
interveio — Já tentou ligar para ele?
— Já, mas ele não responde. Estou começando a ficar
preocupado.
— Sophia... eu prometo que te levo em casa, mas antes vamos
resolver esse problema, certo? — Sophia, ao ser avisada por sua colega, acenou
positivamente, concordando — Tudo bem, amiguinho. A gente vai te ajudar. Mas
como é o seu nome e como é o nome do seu irmão?
— Meu nome é Harry. Meu irmão se chama Richard, é sete anos
mais velho do que eu. Ele disse para eu esperar aqui enquanto ele ia resolver
alguma coisa, mas isso já tem um bom tempo. Temo que algo tenha acontecido com
ele.
— Um bom tempo? Foi logo quando o show acabou então. Não se
preocupe, ok? A gente vai achar ele. Você espera aqui, Harry. Sophia, você
espera aqui também?
— Não, eu vou com você!
— Beleza, então vamos.
Harry então dá descrições sobre as características físicas
do seu irmão. Após o breve diálogo, a dupla de garotas sai do estacionamento.
Sophia ainda estava incrédula quanto ao fato de Harry estar ali há tanto tempo
e ninguém ter oferecido ajuda.
Fora do estacionamento, as moças já viam o pessoal do
evento começando a desmontar o palco. Poucas pessoas andavam, já rumando à
saída. Sophia, junto da colega, perguntava ao pessoal se algum deles era
Richard ou se viram alguém parecido, porém ninguém conhecia o rapaz naquelas
características.
Alguns minutos se passaram e nada de encontrarem o homem.
As duas procuraram perto do palco, procuraram nos restaurantes ao redor, já
haviam procurado no estacionamento... sem pista nenhuma. Mesmo assim, elas não
queriam deixar o jovem Harry na mão. Assim, resolveram dar mais uma volta em
torno do lugar onde havia sido o show.
Ao passarem pela lanchonete, não obtiveram sucesso.
Entretanto, ao caminharem próximas ao banheiro masculino, escutaram alguns
grunhidos vindos lá de dentro.
— O que foi isso? Você ouviu, Sophia?
— Sim... mas como fazemos? Ele está vindo do banheiro
masculino. E a gente vai entrar lá como?
— Ah, dane-se... eu vou entrar. Sophia, por favor, vigie o
local. Não deixe ninguém mais entrar enquanto eu estiver lá, ok?
— T-Tudo bem.
A mulher então, invade o banheiro masculino. Lá, encontrou
um homem, próximo das características que Harry havia dito, encostado em um dos
cantos, ferido.
— Richard, é você?!
— I-isso... como sabe quem eu sou? — o homem respondeu,
ofegante.
— Seu irmão Harry pediu para te procurar... o que aconteceu
com você?
— Harry... e como ele está?
— Ele está bem, não se preocupe com ele. Mas ele está bastante preocupado. Você não ligou nem mandou mensagens...
— Eu não quis que ele ficasse abalado em me ver assim —
disse o homem, com alguns hematomas pelo corpo. — Um bando de vagabundos tentou
me roubar e eu acabei reagindo... pelo menos não perdi as minhas coisas...
— Sim, mas poderia ter perdido algo pior! Enfim... deixa eu
te ajudar, vou te levar ao ambulatório, certo?
A garota ajudou o jovem a se levantar e buscou por ajuda
para ele. Sophia, por sua vez, foi até onde Harry estava e o buscou. Assim,
Sophia foi com os dois até o ambulatório onde Richard foi prontamente atendido
pelo pessoal da emergência, enquanto Harry esperava pelo irmão. O menino mais
novo agradeceu pelos esforços das duas garotas, que se despediram de forma
cordial. Ao sair, Sophia reencontra com a amiga, que estava utilizando o seu
celular.
— ... Entend... tudo, tudo bem então. Combinado, pode
deixar, não se preocupe... — disse ela, desligando o telefone.
— Nossa, tarde da noite e estão te ligando? — Sophia
indagou, curiosa.
— Era... era o meu patrão. Ele me disse para eu fazer um
extra amanhã.
— Ah, você está de sacanagem! Então quer dizer que o almoço
amanhã deu ruim?
— Isso me surpreendeu também. Achei que ele estivesse em
lua de mel, mas do nada ele me ligando...
— Ah, não me diga que vocês...
— Não, Sophia! Ficou doida? Nós não temos um caso! Mas fica
tranquila, amanhã a gente aproveita sim, vai dar tempo.
As duas então, já com tudo nos conformes, resolveram ir
embora. Dessa forma, Sophia entrava no carro de sua amiga e segue o destino
rumo à sua casa...
— Beleza, Sophia. Você chegou, sã e salva ao seu lar.
— Muito obrigada, amiga! Você vai mesmo poder sair amanhã?
Não quero que você se complique com o seu patrão.
— Claro! A gente se encontra no shopping Pacific Place às
onze da manhã, fechado? Daí quando chegarmos, a gente vê o que vamos comer.
— Fechado!
E após as despedidas, Sophia caminha até a porta de casa,
enquanto vê a amiga dirigindo o seu belo compacto na cor branca tomando o rumo
do apartamento onde ela morava.
...
— Minerva, preciso do relatório sobre o show.
Alguma ocorrência?
— Não, senhor. Tudo ocorreu de forma tranquila.
Nenhum ataque bioterrorista aconteceu, apesar do previsto.
— Ótimo. Melhor estarmos preparados e nada
acontecer do que não estarmos preparados e algo acontecer de fato. Bom
trabalho, Minerva. Orion desligando.
— Pelo menos assisti ao show na faixa, não vou
reclamar, capitão..."
Lembrando que essa história não está completa, então alguns erros e vícios de linguagem podem estar presentes. E agora, o cartão de Natal:

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